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MEDIÇÃO

Como se sabe se funcionou

Sucesso não é ferramenta instalada nem agente criado. É capacidade de engenharia que mudou de patamar — e isso tem indicador. Abaixo estão os que passam a ser acompanhados, com a forma de cálculo de cada um.

atualizado em

Antes de qualquer número

Toda métrica precisa de baseline antes de significar alguma coisa. O baseline é levantado no diagnóstico, com a janela e a fórmula registradas junto — sem isso, qualquer variação posterior é interpretação. Onde não houver dado histórico confiável, a métrica entra declarada como não medida, e não estimada.

Por isso esta página não publica ganho médio, percentual de melhoria nem comparação com mercado. A AIUBY ainda não tem amostra suficiente para publicar agregado com metodologia, e número sem metodologia é o tipo de prova que não sobrevive a uma pergunta. Quando houver amostra, os critérios entram junto — como já acontece na metodologia do diagnóstico.

Velocidade de entrega

As quatro métricas DORA, medidas do jeito padrão para que sejam comparáveis fora da empresa.

Lead time de desenvolvimento
do primeiro commit ao deploy em produção
Deployment frequency
deploys em produção por semana, por serviço
Change failure rate
percentual de deploys que exigem correção ou rollback
Tempo médio de recuperação
do início do incidente à normalização do serviço

Qualidade e revisão

O que indica se a velocidade veio acompanhada de controle — ou no lugar dele.

Tempo médio de revisão de pull request
da abertura ao primeiro parecer humano
Cobertura de testes
linhas e branches, por repositório em escopo
Incidência de regressões
bugs reabertos ou reintroduzidos por trimestre
Consistência arquitetural
violações de regra detectadas por ciclo de revisão
Redução de retrabalho
proporção de código reescrito dentro de 30 dias

Conhecimento e onboarding

Mede a dependência de pessoas específicas — o custo que só aparece quando alguém sai.

Tempo de onboarding
da entrada ao primeiro pull request aceito em produção
Tempo para localizar informação
medido em sessões observadas, por tipo de pergunta
Documentação atualizada
proporção de domínios com documentação revisada no trimestre

Uso de IA

Mede adoção real, não licenças ativas. Ferramenta instalada e não usada não é adoção.

Tarefas apoiadas por IA
percentual das tarefas do ciclo com participação de agente
Aceitação de sugestões geradas
proporção aceita sem reescrita significativa
Custo por fluxo de IA
custo de modelo por tarefa concluída
Economia de tempo por atividade
comparação com o baseline levantado no diagnóstico
Satisfação dos desenvolvedores
pesquisa curta e recorrente com o time

O que não conta como sucesso

As quatro linhas abaixo aparecem com frequência em relatório de adoção de IA. Nenhuma delas diz se a engenharia melhorou — todas dizem apenas que algo foi comprado ou configurado.

  • quantidade de ferramentas instaladas
  • número de licenças ativas
  • linhas de código geradas por IA
  • quantidade de agentes criados

Onde essas métricas entram

O baseline é levantado no AI-Ready Engineering Assessment. A instrumentação começa na última etapa descrita em como trabalhamos, e a leitura periódica é parte do Advisory. Clientes ativos acompanham a evolução semanal na área do cliente.

Comece medindo o ponto de partida.

O diagnóstico gratuito leva 60 segundos e devolve um score com as dimensões abertas.

Medir prontidão AI-Ready