INSTALAÇÃO · ESCOPO FIXO
O sistema instalado no seu repositório, versionado
A transformação de um repositório para operação AI-Native. Contexto, regras, padrões, decisões e agentes entram por pull request e passam pela revisão do seu time. Não é relatório: é código.
atualizado em
AI-Native Repository Foundation
A IA passa a ler a arquitetura da empresa antes de gerar código. O que era conhecimento de duas ou três pessoas passa a estar no repositório, legível por humano e por agente.
O que está incluído
- análise do repositório
- estruturação do contexto
- documentação arquitetural
- criação de regras
- criação de agentes com escopo definido
- configuração de skills
- implantação de padrões
- definição de workflows
- integração com as ferramentas de IA já usadas pelo time
- capacitação inicial do time
Entregáveis
- contexto central do sistema versionado
- regras arquiteturais e padrões reutilizáveis
- agentes com escopo, limites e critérios de qualidade
- workflows de desenvolvimento com IA
- decisões técnicas registradas
- runbooks e guias legíveis por agente
O que passa a existir no seu repositório
Contexto central do sistema
Domínios, fronteiras, glossário e donos — o arquivo que ensina o sistema inteiro para qualquer agente.
Regras e padrões versionados
O contrato arquitetural que a IA lê antes de gerar código, e os padrões que ela precisa reutilizar.
Agentes com escopo definido
Revisor de PR, gerador de testes e análise de bugs operando dentro do pipeline, com gate de merge.
Conhecimento fora das pessoas
ADRs e rotinas versionados, legíveis por humano e por agente. Fim da dependência individual.
Cronograma
Todo artefato entra por pull request e passa pela revisão do seu time. Nada roda em servidor da AIUBY, e nada é entregue em formato que você não possa versionar.
O que não está incluído
Está escrito aqui para não virar conversa depois da assinatura. O que ficar de fora e for necessário é cotado à parte, com escopo próprio.
- licenças de ferramentas de IA
- desenvolvimento de features do seu produto
- operação contínua depois da entrega
Perguntas frequentes
- Isso substitui o Copilot ou o Cursor?
- Não. Faz eles renderem. A ferramenta continua a mesma; o que muda é o repositório que ela lê e o pipeline em que ela opera.
- Por que o prazo varia de 4 a 8 semanas?
- O que move o prazo é o tamanho do repositório, a quantidade de domínios e quanto conhecimento está fora do código. Um monólito documentado fica perto de 4; uma base com múltiplos serviços e documentação dispersa fica perto de 8. O escopo é fechado no kickoff, com o prazo junto.
- Quanto tempo do meu time isso consome?
- Cerca de 6 horas por semana entre o CTO e dois tech leads durante a estruturação do contexto. Depois disso, o custo é o de revisar pull requests.
- E se meu time resistir?
- Resistência costuma vir de imposição sem contexto. Os artefatos são construídos com os leads, a partir dos padrões que eles já usam — o sistema formaliza o que o time já faz bem e corrige o resto.
- Um repositório só resolve minha empresa?
- Resolve um produto. Se o problema é coerência entre times e sistemas, o Foundation serve como piloto e a expansão é o Transformation. Começar por um produto é deliberado: gera evidência antes de comprometer orçamento maior.
Sobre o valor
Os valores são faixas de entrada. O preço final considera número de repositórios, quantidade de times, complexidade arquitetural, integrações, requisitos de segurança e volume de capacitação.
O degrau seguinte
Concluído o Foundation, o próximo passo natural é AI Engineering Transformation — organizações com múltiplos times e repositórios, onde o gargalo é estrutural e não local.
O caminho completo está em serviços.
