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INSTALAÇÃO · ESCOPO FIXO

O sistema instalado no seu repositório, versionado

A transformação de um repositório para operação AI-Native. Contexto, regras, padrões, decisões e agentes entram por pull request e passam pela revisão do seu time. Não é relatório: é código.

atualizado em

AI-Native Repository Foundation

a partir de R$ 49.900
por repositório ou produto · execução contínua cotada à parte
4 a 8 semanas
faixa: R$ 49.900 a R$ 89.900
para quem
Time que já sabe onde dói e quer o sistema instalado em um produto antes de escalar para os outros.

A IA passa a ler a arquitetura da empresa antes de gerar código. O que era conhecimento de duas ou três pessoas passa a estar no repositório, legível por humano e por agente.

O que está incluído

  • análise do repositório
  • estruturação do contexto
  • documentação arquitetural
  • criação de regras
  • criação de agentes com escopo definido
  • configuração de skills
  • implantação de padrões
  • definição de workflows
  • integração com as ferramentas de IA já usadas pelo time
  • capacitação inicial do time

Entregáveis

  • contexto central do sistema versionado
  • regras arquiteturais e padrões reutilizáveis
  • agentes com escopo, limites e critérios de qualidade
  • workflows de desenvolvimento com IA
  • decisões técnicas registradas
  • runbooks e guias legíveis por agente

O que passa a existir no seu repositório

ARCHITECTURE.md

Contexto central do sistema

Domínios, fronteiras, glossário e donos — o arquivo que ensina o sistema inteiro para qualquer agente.

.rules/ · patterns/

Regras e padrões versionados

O contrato arquitetural que a IA lê antes de gerar código, e os padrões que ela precisa reutilizar.

agents/ · workflows/

Agentes com escopo definido

Revisor de PR, gerador de testes e análise de bugs operando dentro do pipeline, com gate de merge.

decisions/ · runbooks/

Conhecimento fora das pessoas

ADRs e rotinas versionados, legíveis por humano e por agente. Fim da dependência individual.

Cronograma

SEMANA 1Kickoff e análise do repositórioobjetivos · escopo · matriz de responsabilidades · leitura do código e do histórico
SEMANAS 2–3Contexto e documentação arquiteturaldomínios · fronteiras · glossário · decisões técnicas registradas
SEMANAS 3–5Regras, padrões e agentescontrato arquitetural versionado · skills · agentes com escopo e limites
SEMANAS 5–7Workflows e integraçãorevisão de PR · geração de testes · integração com as ferramentas de IA já usadas
SEMANA FINALCapacitação e handovero time assume a operação · critérios de qualidade · como evoluir o sistema
DEPOISEvoluçãonovos repositórios, novos agentes e acompanhamento — Transformation ou Advisory

Todo artefato entra por pull request e passa pela revisão do seu time. Nada roda em servidor da AIUBY, e nada é entregue em formato que você não possa versionar.

O que não está incluído

Está escrito aqui para não virar conversa depois da assinatura. O que ficar de fora e for necessário é cotado à parte, com escopo próprio.

  • licenças de ferramentas de IA
  • desenvolvimento de features do seu produto
  • operação contínua depois da entrega

Perguntas frequentes

Isso substitui o Copilot ou o Cursor?
Não. Faz eles renderem. A ferramenta continua a mesma; o que muda é o repositório que ela lê e o pipeline em que ela opera.
Por que o prazo varia de 4 a 8 semanas?
O que move o prazo é o tamanho do repositório, a quantidade de domínios e quanto conhecimento está fora do código. Um monólito documentado fica perto de 4; uma base com múltiplos serviços e documentação dispersa fica perto de 8. O escopo é fechado no kickoff, com o prazo junto.
Quanto tempo do meu time isso consome?
Cerca de 6 horas por semana entre o CTO e dois tech leads durante a estruturação do contexto. Depois disso, o custo é o de revisar pull requests.
E se meu time resistir?
Resistência costuma vir de imposição sem contexto. Os artefatos são construídos com os leads, a partir dos padrões que eles já usam — o sistema formaliza o que o time já faz bem e corrige o resto.
Um repositório só resolve minha empresa?
Resolve um produto. Se o problema é coerência entre times e sistemas, o Foundation serve como piloto e a expansão é o Transformation. Começar por um produto é deliberado: gera evidência antes de comprometer orçamento maior.

Sobre o valor

Os valores são faixas de entrada. O preço final considera número de repositórios, quantidade de times, complexidade arquitetural, integrações, requisitos de segurança e volume de capacitação.

O degrau seguinte

Concluído o Foundation, o próximo passo natural é AI Engineering Transformationorganizações com múltiplos times e repositórios, onde o gargalo é estrutural e não local.

O caminho completo está em serviços.

A conversa inicial é técnica e dura 30 minutos.

Sem apresentação comercial: discutimos o seu repositório e o seu gargalo.

Falar com engenharia