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FERRAMENTA ABERTA

Quanto do seu repositório a IA consegue entender

O diagnóstico de seis perguntas acredita na sua resposta. Este mede: lê a árvore de arquivos de um repositório público e mostra, arquivo por arquivo, o que sustenta cada ponto.

atualizado em

Medir

exemplos:

O que exatamente é medido

As mesmas dimensões do diagnóstico publicado, com os mesmos pesos — para que o número medido e o número respondido sejam comparáveis. A diferença é a fonte: aqui, o que conta é o que está no repositório.

Uma dimensão fica de fora de propósito. O tempo até o primeiro pull request de um desenvolvedor novo não está em nome de arquivo nenhum — está no histórico das pessoas. Em vez de inventar uma aproximação, ela é declarada não observável. Medir errado é pior que não medir.

Limites, ditos antes de você usar

A ferramenta lê nomes e caminhos de arquivo, não conteúdo. Ela sabe que existe umARCHITECTURE.md; não sabe se ele está atualizado. Um repositório pode pontuar bem com documentação obsoleta — e é exatamente esse tipo de coisa que só uma leitura humana pega.

Só repositórios públicos. Nada é armazenado: a análise acontece na requisição e o resultado fica no seu navegador.

Depois de medir

Se quiser o ponto de partida em forma de arquivo, o gerador de ARCHITECTURE.md monta o esqueleto a partir da mesma leitura. E se o resultado bateu com o que você já suspeitava, o caminho está em serviços.

O score é o começo da conversa, não o fim.

A conversa inicial é técnica e dura 30 minutos.

Falar com engenharia